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Franco Loi
Nasceu em Génova, em 1930 e vive em Milão.
Começou a trabalhar aos 13 anos e foi ceramista,
ferroviário, contabilista, publicitário. Entre
1960 e 1983 trabalhou na editora Mondadori e é
colaborador, desde 1987, do suplemento
literário do diário "Sole-24 Ore", de Milão.
Publicou uns vinte livros de poesia, entre os
quais, I cart (1973), Poesie d' amore (1974),
Teater (1978), L' angel (1981;
aumentado em 1994 para os actuais quatro cantos em dialecto
e italiano sobre um homem que julgava ser um
anjo), Bach (1986), Memoria (1991), Arbur
(1994), Amur del temp (1999)e, este ano,
Isman. Vários dos seus
livros são ilustrados por
alguns dos melhores artistas italianos.
Autor de vários ensaios, entre eles,
Diario breve (1995) e
Poesia e religione (1996).
Numerosos prémios e traduções na Europa e na
América.
A Quetzal publicou-lhe Memoria,
em 1993, após a sua participação no
seminário de tradução
da Casa de Mateus.
Traduçéao de Manuel Simões
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